Afastada devido a suspeitas de participação em esquema fraudulento em contratos firmados pela Prefeitura do Natal, Micarla recorreu da decisão de afastamento, tomada por Amaury Moura. No agravo de instrumento, a prefeita argumentou que não foi ouvida e que, por isso, o afastamento havia sido ilegal. Os desembargadores, no entanto, mantiveram a decisão de afastamento.
O processo no qual Micarla é investigada segue sob análise do TJ. Material apreendido durante a Operação Assepsia, que investiga irregularidades em contratos terceirizados na Secretaria de Saúde do Município, levantou suspeitas sobre os gastos mensais da prefeita. Os valores encontrados em planilhas eram muito superiores à soma do salário de Micarla enquanto prefeita e a verba referente à participação em empresa familiar, que foram os rendimentos declarados por Micarla à Receita Federal.
FONTE:TRIBUNA DO NORTE









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